O empresário investigado pela morte de Clair dos Santos, de 42 anos, afirmou que não teve a intenção de matar a vítima e que efetuou um disparo com o objetivo de intimidá-la. A declaração foi divulgada antes do cumprimento da prisão temporária determinada pela Justiça nesta semana.
Em um áudio divulgado pelo programa Tribuna do Povo, da NDTV Record, o investigado relatou estar abalado com a situação e disse que nunca imaginou se envolver em um caso tão grave. Segundo ele, a ocorrência teria começado após pedidos de ajuda de uma comerciante que estaria desesperada em razão de um suposto furto.
Clair dos Santos foi morto a tiros no dia 29 de maio, nas proximidades da Udesc, em Chapecó. Conforme as investigações, ele teria sido perseguido após um suposto furto em uma farmácia. A vítima foi atingida por disparos nas costas e morreu no local.
A Polícia Civil segue apurando as circunstâncias do caso e a participação dos envolvidos.
Fonte: ND Mais

