Neste Dia das Mães, a história da professora Adriani Wächter, de Cunha Porã, emociona pela fé, superação e pelo amor construído após uma das batalhas mais difíceis da sua vida.
Mãe de Daniel, de 13 anos, e Sarah, de 11, Adriani precisou enfrentar um câncer agressivo antes de realizar o sonho da maternidade. Em 2010, ainda jovem, ela recebeu o diagnóstico de Linfoma de Hodgkin, doença que mudou completamente sua rotina e trouxe incertezas sobre o futuro.
“Meu nome é Adriani Wächter e neste quebra-cabeça da vida, em 2010, o câncer se apresentou como uma das peças mais desafiadoras de encaixar. Parecia impossível seguir a caminhada”, relembra.
Foram meses de tratamentos intensos, medo e insegurança. Após as sessões de quimioterapia, surgiu uma nova preocupação: a possibilidade de não conseguir engravidar.
Segundo Adriani, o médico foi sincero ao explicar que as chances eram mínimas devido à agressividade do tratamento, mas deixou uma frase que ela nunca esqueceu.
“Se Deus quiser, Ele salvou um óvulo pra você.”
O que parecia improvável acabou se transformando em um verdadeiro milagre para a família.
“Deus salvou não só um, mas dois óvulos perfeitos”, conta emocionada.
Hoje, Adriani define os filhos como a prova viva da esperança e da fé. Para ela, a maternidade trouxe um novo sentido para a vida, mesmo diante dos desafios diários.
“A maternidade nos transforma, nos dá um novo sentido para a vida, mas não são só flores. Temos muitos desafios, mas nosso papel é amar incondicionalmente, corrigir sempre que necessário e ensinar o caminho.”
A professora também destaca que as dificuldades fazem parte da caminhada, mas não podem definir o destino de ninguém.
“Assim como o câncer pode fazer parte da minha jornada, ele não definiu meu destino. Deus nos cobre com sua graça imerecida, renova nossas forças e nos dá sabedoria.”
Neste Dia das Mães, a história da professora de Cunha Porã se transforma em uma mensagem de fé, perseverança e amor, mostrando que mesmo depois das maiores tempestades, a vida pode florescer novamente.
Fonte: Liane Dietrich/ Oeste SC Notícias

