O programa Vozes de Impacto conversou com Kerlyn Schlei, de São José do Cedro, sobre a prática das danças circulares, que começa a ganhar espaço no município. Terapeuta e envolvida com trabalhos artísticos, ela participou de um curso em Campo Largo para aprofundar conhecimentos e trouxe a vivência para a comunidade local.
Segundo Kerlyn, um grupo já realiza encontros e ensaios na Praça da Igreja e em outros momentos, com a proposta de ampliar a atividade para mais pessoas, diante da procura que vem surgindo.
Um primeiro evento aberto ao público já está programado para sábado, 2 de maio, no sítio da família Bordin. A programação inicia às 17h, com investimento de R$ 100 e vagas limitadas. Além da experiência com as danças, os participantes terão coffee break.
Kerlyn destaca que as danças circulares não têm vínculo com rituais ou religião. A prática tem origem em tradições antigas, passando por povos indígenas e culturas ancestrais, como da Grécia e de diversos países, com diferentes ritmos e músicas próprias.
As danças circulares são coletivas e têm como finalidade a integração do grupo, o fortalecimento de valores como a empatia, a compreensão, o sentimento de pertencimento e a troca de energias.
Ela também reforça que não há exigência de vestimenta específica, sendo indicado apenas o uso de roupas confortáveis, como saias, vestidos, calças ou bermudas. A participação é aberta a todos, inclusive homens, já que não se trata de dança sensual nem de um estilo específico.
A proposta é consolidar a prática em São José do Cedro por meio de encontros descentralizados. Após o primeiro evento, a organização deve avaliar a continuidade das atividades conforme o interesse do público.


