Uma caminhoneira com 25 anos de profissão afirma ter vivido uma situação humilhante durante a coleta de um exame toxicológico obrigatório para renovação da CNH, em Araçatuba, no interior de São Paulo.
Márcia relata que teve metade da cabeça raspada durante o procedimento realizado em uma clínica da cidade. “Eu me senti desrespeitada, humilhada, violada mesmo”, desabafou. Segundo ela, nunca havia passado por algo parecido em toda a carreira nas estradas.
Em entrevista ao R7, a motorista contou que percebeu algo errado ainda durante a coleta. “Ainda falei que estava doendo, porque eu nunca tinha sentido que tinham cortado tanto cabelo”, afirmou.
Outro caso semelhante foi relatado por Elaine Pereira, que realizou o exame na mesma rede de atendimento. Ela afirma que também teve uma grande quantidade de cabelo retirada durante o procedimento.
“Usaram uma tesourinha de ponta redonda, dessas de cortar papel de criança. Eu chorei o dia todo, fiquei arrasada”, contou.
Especialistas explicam que exames toxicológicos feitos a partir de fios de cabelo não exigem grande quantidade de material para análise. O caso gerou revolta e forte repercussão nas redes sociais.

