Novos detalhes divulgados pela investigação apontam que a mulher presa pela morte do empresário Pedro, em Videira, no Meio-Oeste catarinense, teria utilizado substâncias altamente tóxicas para provocar o envenenamento da vítima. O amante dela, que também está preso, é investigado por participação no crime.

Segundo a Polícia Civil, a suspeita adicionava metanol na cerveja consumida pelo empresário, misturava soda cáustica nos medicamentos e ainda administrava “chumbinho”, produto clandestino proibido pela Anvisa.

Pedro foi internado no Hospital Divino Salvador no dia 5 de fevereiro, já em estado gravíssimo. Exames toxicológicos confirmaram intoxicação por substâncias tóxicas e, dois dias após o resultado, ele morreu.

A investigação aponta ainda tentativa de ocultação de provas para fazer a morte parecer natural.

Conforme o delegado responsável pelo caso, a mulher teria inclusive pago um enfermeiro da UTI para obter informações privilegiadas sobre o estado de saúde do marido internado. O profissional responde administrativamente.

A mulher está presa em Chapecó. Já o amante permanece detido em Palmas, no Paraná. Durante os interrogatórios, ambos ficaram em silêncio

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