O Brasil se despede de Oscar Schmidt, um dos maiores nomes da história do esporte nacional e referência mundial no basquete. A morte do ídolo provoca comoção entre fãs, atletas e admiradores, marcando o fim de uma era nas quadras.
Conhecido como “Mão Santa”, construiu uma trajetória lendária, com números expressivos e atuações que atravessaram gerações. Ao longo da carreira, acumulou quase 50 mil pontos, com média superior a 30 por jogo, além de se tornar o maior pontuador da história das Olimpíadas e dos Mundiais da FIBA. Defendeu clubes no Brasil, Itália e Espanha, sempre com protagonismo.
Pela seleção brasileira, disputou cinco Olimpíadas e protagonizou momentos históricos, como o ouro no Pan-Americano de 1987, quando o Brasil venceu os Estados Unidos.
Mesmo com propostas da NBA, optou por não atuar na liga para seguir defendendo a seleção brasileira, decisão que reforçou sua identificação com o país.
O apelido “Mão Santa” eternizou sua precisão, reconhecida por muitos como única. Para admiradores, a bola parecia obedecer às suas mãos.
A despedida deixa uma lacuna no esporte brasileiro, mas o legado permanece como inspiração para futuras gerações.


